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terça-feira, 21 de dezembro de 2010

O Mundo Evangélico - Nº 243


Um pedido aos missionários brasileiros




Amigo missionário brasileiro,


Ao escrever, presumo que agência e igreja são parceiras nas decisões de envio e acompanhamento de nossa atuação missionária.

Encontro-me regularmente com líderes e missionários. Percebo que a nossa força missionária tem muitos pontos positivos. Mas manifesta-se numa minoria comportamentos bem independentes, ao tornarem-se agenciadores de novos missionários. Nesse caso, passam a facilitar a chegada de novos missionários, sem que estes passem pelos critérios de seleção, treinamento/orientação e envio de agências estabelecidas e experientes. Continue lendo


Muçulmanos atacam igrejas domésticas em Java

INDONÉSIA (48º) - Em torno de 200 manifestantes de organizações islâmicas radicais de Java Ocidental invadiram o culto de várias igrejas domésticas em Bandung, distrito de Rancaekek da ilha (no domingo, 12 de dezembro), e, no caso de uma delas, empurraram para a rua com violência os mais de 100 participantes da celebração. 


Membros de entidades indonésias de “defesa do islamismo” chegaram acompanhados de unidades da Polícia Civil de Rancaekek, interromperam o culto, expulsaram os membros, e lacraram o casarão que vinha sendo utilizado pela Igreja Protestante Betânia Huria Kristen Batak (HKBP), deixando outras denominações que utilizavam o imóvel para seus cultos sem local para se reunir.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Egípcio paga alto preço por se converter a Cristo

              


EGITO (20º) - Um egípcio que deixou o islã para se tornar cristão, e que por isso perdeu sua esposa, seus filhos, e o seu negócio, pode também perder a liberdade, acusado judicialmente de “difamação” ao islã.

Ashraf Thabet, de 45 anos, está sendo processado por difamar uma religião reconhecida, Artigo 98f do Código Penal Egípcio. As acusações se baseiam na busca de Thabet por uma realização espiritual, que durou seis anos, período em que ele expressou suas dúvidas a respeito do islã e revelou às pessoas que estava aprendendo sobre Jesus Cristo. “Não havia relacionamento espiritual entre eu e Deus no islã. Tudo era baseado no medo e na rotina”, ele revelou.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

O Mundo Evangélico - Nº 242

O Mundo Evangélico
Noticiário Cristão Internacional
Ano IV – N° 242– 09/12/10
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Formação espiritual
"O trabalho de formação nos ensina a dar as costas às nossas vontades e focar necessidades reais, como a de anular o ego, tomar a nossa cruz e seguir arduamente Jesus."
Por Richard Foster
O mundo cristão de hoje clama pelo crescimento de uma teologia que trabalhe na cruel realidade da vida diária. Infelizmente, muitos têm desistido da possibilidade de crescimento em relação à formação espiritual. Um vasto número de pessoas bem intencionadas tem se exaurido no trabalho da igreja e descoberto que isto não influencia substancialmente suas vidas espirituais. Elas descobriram que simplesmente eram impacientes, egocêntricas e medrosas quando começaram a carregar o fardo pesado do trabalho na igreja. Talvez até mais. Continue lendo
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A erva daninha do orgulho: empecilho ao nosso crescimento espiritual
Por maior que seja o nosso conhecimento (incluindo o teológico), somos orientados pela Palavra do Senhor a execitarmos a virtude da humildade, pois "toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação" (Tiago 1:17)

Tanto é assim que também escreveu o Apóstolo Paulo: "Porque, quem te faz diferente? E que tens tu que não tenhas recebido? E, se o recebeste, por que te glorias, como se não o houveras recebido ?" (1Co 4:7).

O Patriarca Jó, em meio à perplexidade das mazelas que lhe sobrevieram, foi convencido por Deus acerca da sua ignorância. Nos capítulos 38 ao 41 (sugiro a leitura), Jó foi sabatinado com inúmeras perguntas dirigidas pelo Senhor e, em dado momento, respondeu humilde e sucintamente: "Sou indigno; que te responderias eu ? Ponho a minha mão na boca" (Jó 40:4).
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Confissão de um pastor
Eu era um homem simples, nasci no seio de uma família humilde, e a cidade na qual vivi a minha infância até a minha juventude, é uma cidade inexpressiva no contexto social, econômico e político.

Nunca tive grandes ambições, vivia contente com o pouco que tinha.
Um dia então, experimentei o poder, herdei um trono, tive tudo o que o meu coração desejou, não havia limites para mim. De humilde tornei-me soberbo, de simples tornei-me sagaz.
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Indignação!
Faltam poucos dias para comemorarmos a Natividade do Senhor. No Advento se anuncia que o Senhor vem. Isaías sonha utopias maravilhosas, são o seu forte (só ele usa a palavra “evangelho” no Antigo Testamento!); pensa sobre a volta ao Paraíso inicial, como está nos primeiros capítulos do Gênesis também (Is 11.1-10). Falamos de utopias sobre a natureza devastada, meio ambiente degradado, saúde pública, habitação e favelas; falamos dos sonhos dos homens e mulheres de bem, nem sempre cristãos. Esperamos, porém, com impaciência, o dia de justiça para os despojados, os humildes e humilhados à margem da história, na favela do Alemão ou num cortiço de Bangladesh. Plenamente. Como nos símbolos bíblicos dos animais selvagens, ferozes, que convivem, comem, pastam com os animais domésticos e mansos, na visão de Isaías. Não há lugar para a violência e a guerra, nem para as lágrimas ou a dor, nessa mensagem evangélica. É tanta paz que um menino pequeno será capaz de pastorear até os animais da selva de concreto. Um sinal reunirá todos os povos reconciliados entre si. Neste tempo de Advento, essa tarefa é entregue ao povo de Deus, mais como uma oferta do que uma exigência. Continue lendo
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Perdoando como Jesus perdoou
A palavra usada em hebraico "Seliha" em Salmos 130.4 e Daniel 9.9, é empregada como sujeito e indica o perdão que os homens podem receber da parte de Deus, o único que pode perdoar. Desta forma, podemos de imediato concluir que só podemos perdoar através de Cristo agindo em nossas vidas. As palavras usadas nos originais deste Texto MT 18:21-35, a palavra no grego "Ápheso" para perdão, tem o significado de cancelamento de uma obrigação, de libertação. Daí, perdão de pecados. Três vezes era o número considerado normal de vezes para perdoar, por isso, Pedro perguntou ao Senhor, Quantas vezes teriam que perdoar, então, o Senhor respondeu setenta vezes sete dando idéia de sem limites para perdoar. Continue lendo
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A fome tem um rosto
Por Cindy Crosby
Na frente da bolsa de doações estavam chocolates de Papai Noel, muito tempo depois do Natal ter acabado. A próxima a surgir era uma lata de sopa Campbell, três anos depois da validade ter expirado. Uma coleção de pacotes de café de hotel, e depois doces de Halloween em uma bolsa de “doçura-ou-travessura”, um pote de cerejas e uma lata amassada de leite condensado.

Eu estava fazendo meu dia de voluntariado mensal numa organização que possui um depósito de alimentos para serem doados aos necessitados, localizada em uma igreja de um subúrbio rico de Chicago. Enquanto eu esperava nossos clientes chegarem, eu separei as doações e as estoquei nas prateleiras. No que passavam bolsas e bolsas, caixas e caixas – e eu jogava no lixo o que as pessoas achavam “o bastante para os famintos” – eu me senti cada vez mais irritada. E também envergonhada.
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O fantasma da intolerância
Por Laelie Machado
O Brasil é, por força de sua Constituição, um país laico. Em linguagem bem objetiva, isso significa dizer, entre outras coisas, que não existe religião oficial e, portanto, toda pessoa é livre para professar a fé que desejar – ou abster-se de qualquer crença –, sem receio de se tornar alvo de discriminação, violência, constrangimento ou quaisquer outras manifestações de intolerância. Como teoria, nada mais justo e adequado. Mas a prática desse princípio fundamental foi colocada em xeque no fim de julho, quando a psicóloga Rozângela Justino, conhecida por defender o direito à assistência psicoterápica para pessoas que desejam deixar o homossexualismo, recebeu censura pública pelo Conselho Federal de Psicologia, o CFP (ver abaixo). Continue lendo
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Igreja fora do templo
Por Laelie Machado
Células, núcleos familiares, pequenos grupos... Importa menos o nome do que o conceito, resgatado dos primeiros tempos do cristianismo e guindado à condição de alternativa comunitária à correria da sociedade contemporânea. De fato, a conciliação entre trabalho, família e igreja, principalmente para quem vive nos centros urbanos, é um desafio diante do qual muitos cristãos estão capitulando. E como comunhão exige tempo – artigo com status próximo ao de uma commodity nos dias de hoje –, a solução à qual as igrejas passaram a recorrer, mais ainda a partir dos anos 1980, foi a boa, antiga e bíblica fórmula da reunião em coletivos menores. Os formatos e as metodologias variam bastante, mas a ideia fundamental de promover comunhão, evangelização e edificação é comum a todos. Afinal, o próprio Cristo prometeu a seus servos que estaria presente quando dois ou três deles se reunissem em seu nome. Continue lendo
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"Quem se ajoelha Diante de Deus,
não se curva diante das dificuldades”

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

O Mundo Evangélico - Nº 241

O Mundo Evangélico
Noticiário Cristão Internacional
Ano IV – N° 241– 02/12/10
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A violência às portas da igreja
Crimes vitimando crentes são cada vez mais comuns, trazendo perplexidade à comunidade evangélica.
Por Mauricio Zágari
O crime, ocorrido no fim de março, ganhou as páginas dos jornais de todo o país. A estudante Karla Leal dos Reis, de 25 anos, voltava para casa, na região central do Rio de Janeiro, na companhia do pai, o porteiro Carlos Antônio dos Reis, e da mãe, a vendedora Iolete Fátima Leal dos Reis, após participar de um culto na Igreja Assembleia de Deus da Penha, subúrbio da cidade. A família foi abordada por três assaltantes, por volta das 20h de um domingo, após descer do ônibus. Depois de entregar tudo o que lhe foi exigido, Karla pediu a um dos bandidos que lhe devolvesse o crachá da empresa onde trabalhava como estagiária de administração e sua Bíblia. O criminoso a atendeu, mas, momentos depois, sem nenhuma explicação, disparou na estudante pelas costas, atingindo sua nuca. Karla morreu com o livro nas mãos. No momento do sepultamento, sua mãe ergueu um clamor a Deus: “Senhor, minha filha está descansando em teus braços, mas me dá um consolo. Acalma esta cidade e o rapaz que fez isso, para que ele venha à tua casa. Conforta o coração aflito da mãe dele e de todas as mães que sofrem como eu”. Continue lendo
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Juntando os cacos
Igrejas hispânicas nos EUA enfrentam a crise das hipotecas e reformulam ministérios para socorrer fiéis que perderam tudo.
Por Tony Carnes
O pastor Johnny Murillo tem sido frequentemente solidário com os membros de sua congregação no Centro Cristão de Adoração, em Sacramento, Califórnia (EUA). Mas quando um dos fiéis foi ao seu escritório no Natal de 2006, em pânico e desesperado para livrar seu lar da execução da hipoteca, levou um susto. “Sei pelo que você está passando”, Murillo lhe disse. “Existe uma saída”. Ele realmente sentia o drama na própria pele e acreditava que havia uma solução. O problema é que, naquele momento, ele não sabia qual era. Sem que ninguém soubesse, Murillo também estava enfrentando problemas com a hipoteca. Mas não apenas a sua casa estava ameaçada. A igreja também estava lutando para pagar as prestações da propriedade onde se reunia. Continue lendo
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Ficamos insensíveis”
Autor de "Cristãos ricos em tempo de fome" e de "O escândalo do comportamento evangélico", Ronald Sider faz suas críticas com amor.
Por George Guilherme
Ronald Sider não é um cristão comum. Não por ser PhD em história da Reforma por Yale, uma das mais prestigiadas universidades dos Estados Unidos, ou por ter escrito um livro que é considerado referência cristã no século 20, Cristãos ricos em tempo de fome, que já vendeu mais de 400 mil cópias. É que, aos setenta anos de idade, ele é testemunha de uma mudança de comportamento da Igreja Evangélica, que, no seu entender, fez dela uma instituição mais insensível em relação ao mundo que a cerca. “Ficamos maiores, mais ricos e mais famosos”, sintetiza. Tal conclusão é a base do inquietante trabalho de Sider. Teólogo, professor, palestrante, fundador e presidente do ESA (Evangelicals for Social Action – “Evangélicos por Ação Social”), ele é um ativista da igualdade. E o faz pelo viés do convencimento dos cristãos acerca da justiça social. Continue lendo
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Um povo crente
Embora alardeado, número das pessoas sem religião na sociedade brasileira é mínimo – e até elas acreditam em Deus.
Por Valter Gonçalves Jr
Quem tem passado os olhos sobre os jornais e revistas dos últimos meses não terá muitas dúvidas em afirmar: não há lugar para o cristianismo no chamado espaço público do Ocidente neste século 21. Esse espaço pertence a agnósticos, a ateus ou aos genericamente chamados de “sem religião” – gente que não se sente identificada por nenhum sistema de fé ou instituição religiosa e que, por isso, estaria mais apta a lidar adequadamente com o pluralismo da sociedade pós-moderna. Esse é o tom do mundo político, do meio acadêmico e da grande imprensa ocidentais. Num contexto como este, aumenta a preocupação com números. E pesquisas relacionadas à confissão religiosa são acompanhadas com interesse em todo planeta. Continue lendo
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Observador do seu tempo
Dirigente da Igreja Cristã Nova Vida, Walter McAlister fala do legado do pai e constata que a fé evangélica mudou muito.
Por Carlos Fernandes
Durante muitos anos, a voz de sotaque inconfundível foi familiar aos crentes brasileiros: “Que Deus os abençoe rica e abundantamente”, dizia o fundador da Igreja Pentecostal de Nova Vida pelas ondas da Rádio Relógio Federal. O missionário canadense Robert McAlister, carinhosamente conhecido no Brasil como bispo Roberto, teve papel destacado na inserção do Evangelho entre as classes médias urbanas. A denominação que fundou ajudou a mudar o conceito da sociedade acerca dos evangélicos – e, passados dezesseis anos de sua morte, seu legado é incontestável. “Ele deixou um exemplo de seriedade e valorizou a vocação pastoral”, diz, com orgulho, seu filho e sucessor no ministério, Walter McAlister Jr. Continue lendo
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Padecemos, pois muitos males afligem-nos; nós, a Igreja, por mania gastamos energia e tempo à procura de formas de gastarmos mais energia e tempo. Fazemos muito por muitas pessoas, mas nossas ações se diluem ao invés de nos concentrarmos e atacarmos um problema por vez.

Gasto tempo burilando a mente em busca de ideias que provoquem a fé e a disposição da Igreja; sonhamos fazer as "coisas grandes" e "as ainda maiores" ao mesmo tempo. Fui chamado pra cuidar de mendigos e obedeci; mesmo que pra isso tenha desobedecido a disposição superior de cuidar de uma igreja.

Entretanto, sofro do mesmo mal que assola-nos como igreja, "síndrome de onipresença"; outro dia li algo em Ultimato e em seguida, um flagrante xilique de onipresença me afligiu entre ser voluntário no Haiti ou evangelista em Cuba; (por telefone a Elê me mandou sossegar o facho, “Uma aflição missionário-geográfica absurda! O sertão baiano ta de bom tamanho.”) Continue lendo
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Mais notícias




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"Quem se ajoelha Diante de Deus,
não se curva diante das dificuldades”

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

O Mundo Evangélico - Nº 240

O Mundo Evangélico
Noticiário Cristão Internacional
Ano IV – N° 240– 25/11/10
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A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, recebeu um estrondoso aplauso do congresso do seu partido, a União Democrata Cristã, ao anunciar que o problema da Alemanha não passa por um excesso de islã, mas sim de uma escassez de cristianismo. O comentário de Merkel surge no contexto de um debate alargado sobre a identidade alemã, o lugar dos cerca de 4 milhões de muçulmanos na sociedade e o multiculturalismo, um projeto que a chanceler considera ter falhado. “Não temos demasiado islã, temos pouco cristianismo. Temos poucas discussões sobre a visão cristã da humanidade”, afirmou a política, que em diversas ocasiões já manifestou publicamente a sua fé cristã. A Alemanha precisa de mais debate sobre “os valores que nos guiam e a nossa tradição judaico-cristã. Temos que realçar isso com confiança, então conseguiremos chegar à coesão na nossa sociedade”. Continue lendo
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Religião e culto. Isto está na Biblia?

"A religião pura e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e a si mesmo guardar-se incontaminado do mundo." Tiago 1.26 e 27

A palavra religião aparece 4 vezes na versão Revista e Atualizada, já na Revista e Corrigida de 1969 aparece 3 vezes. Em todos os casos essa palavra aparece no Novo Testamento. Na carta de Tiago em ambas as versões ela aparece 2 vezes, exatamente no capitulo primeiro. Nos dois casos é tradução da palavra grega yrhskeia - threskeia, cuja raiz é o adjetivo threskos que significa 1) temor ou adoração a Deus, 2) tremor. Assim sendo threskeia, a palavra que aparece no original da carta de Tiago é um substantivo feminino que significa 1) adoração religiosa, aquilo que consiste de cerimônias, disciplina religiosa em si.

threskeia ainda aparece em Atos 26.5 tanto na Revista e Atualizada como na Revista e Corrigida. Contudo essa palavra grega não é o original de atos 25.19, nesse verso a palavra religião aparece apenas na Revista e Atualizada, uma vez que a Revista e Corrigida utiliza a palavra superstição. Nesse caso a Revista e Corrigida parece aproximar-se mais do original tendo em vista que no grega a palavra que compreende superstição em Atos 25.19 é deisidaimonia, um substantivo feminino, que usualmente é traduzido por reverência a deus ou aos deuses,, e no sentido pejorativo superstição
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Emergência africana

Fome endêmica no continente mais pobre do mundo é um desafio a governos, Igreja e instituições humanitárias.

 

Por Timothy C. Morgan

Prezado leitor, se você demorar meia hora para ler esta matéria, saiba que, neste mesmo intervalo de tempo, cerca de 500 pessoas ao redor do mundo morrerão de fome ou por doenças decorrentes da carência alimentar. Hoje, um contingente de nada menos que 850 milhões de seres humanos são considerados famintos crônicos. É muita gente, sobretudo quando se sabe que nunca houve tanta fartura de comida. Nos últimos 45 anos, a produção global de alimentos experimenta um período de crescimento ininterrupto. No ano passado, por exemplo, houve uma produção recorde de 2,3 bilhões de toneladas de grãos – inclusive no Brasil, que tem conquistado super-safras sucessivas. Os excedentes alimentares, no entanto, não têm sido capazes de fazer face à demanda mundial, e a má distribuição de riqueza, tão antiga quanto a humanidade, se encarrega de traçar o pavoroso quadro da fome. Continue lendo
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Um ao outro ajudou
Por Mark Galli
No momento em que as igrejas ocidentais se debatem em busca de relevância para seus ministérios, parece cada vez mais difícil fazer o dever de casa – ou seja, sair da posição confortável de meramente satisfazer a alma e o gosto de seus membros para realmente impactar a sociedade com o Evangelho de Cristo. Há menos de dois anos, uma das principais representantes do que se convencionou chamar de megaigreja entrou em crise consigo mesma. A Igreja Comunitária de Willow Creek (WCCC, na sigla em inglês), sediada em Chicago, nos EUA, passou pelo dissabor de ver seus dirigentes questionando a própria razão de ser de uma enorme organização de alcance internacional, que envolve mais de 12 mil igrejas associadas em 35 diferentes países. “Parece que algumas atividades em que gastamos milhões de dólares simplesmente não provocaram mudanças na vida das pessoas”, escreveu Greg Hawkins, pastor-executivo da WCCC no livro Reveal: Where Are You? (“Revele: Onde você está?”), obra baseada em pesquisas que causou tremenda polêmica entre os 20 mil membros que se reúnem todos os domingos na majestosa sede da denominação. Continue lendo
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Por Carlos Fernandes
Uma discussão que já se tornou recorrente no segmento evangélico de uns 20 anos para cá está ganhando novos contornos. Nestas duas últimas décadas, inúmeras igrejas e ministérios cristãos têm adotado métodos de crescimento baseados em programas especiais e fórmulas de otimização. Alguns deles têm critérios semelhantes aos adotados no mundo corporativo: estabelecimento de metas, definição de público-alvo e qualificação de mão-de-obra, entre outros. É a busca pela chamada “relevância”, termo dos mais amplos significados e que passou a designar, para muitos líderes, a própria razão de ser da obra de Deus. Por outro lado, aqueles que questionam a institucionalização do Corpo de Cristo argumentam que nada é mais eficaz do que o bom e antigo Evangelho pregado por Jesus, fundamentado na vida devocional e no discipulado olho no olho. Leia o resto deste post »
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Igrejas registradas estão sob ataque
CHINA (13º) - Na China, enquanto as igrejas não registradas são perseguidas pelo governo, as igrejas oficiais, registradas legalmente, também não podem operar normalmente se estiverem fora do controle das autoridades.

Um cristão chinês contou recentemente sobre as dificuldades que sua igreja experimentou no ano passado. O seguinte relatório é de São Francisco por CK, repórter especial da Rádio China Livre (tradução livre). Continue lendo
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Uma mente debaixo da graça
Jon é estudante do primeiro ano de um curso de teologia e pertence a uma vibrante igreja. Ele faz trabalhos no campus onde estuda, e em breve será líder de uma congregação. Como muitos outros estudantes da disciplina, ingressou no seminário com bastante desejo no coração, mas pouco conhecimento do assunto. No ambiente acadêmico, a tarefa de questionar o mundo é levada a sério. Manter sua fé acanhada não é, por isso, uma opção para Jon. Ele se encontra em um mundo secular, onde sua crença sofre constante ataque. Como muitos novos estudantes de teologia, o rapaz sente-se ameaçado quando ouve que há diferentes tipos de cristãos. No começo, algumas das ideias apresentadas em sala de aula o aborreceram claramente. No entanto, aos poucos, ele aprendeu a lidar com tais questões. Agora, sente-se motivado a não apenas concluir os estudos, obter um diploma e partir para o ministério, mas também a tornar-se um cristão melhor – não apenas em seu coração, mas no entendimento de seu chamado e do exercício dele em sua geração.
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O Egito rejeitou neste sábado um relatório do Departamento de Estado dos EUA sobre a liberdade religiosa no país norte africano, dizendo que os EUA “não tem direito a fazer um julgamento sobre o assunto.”
Segundo o porta voz do Ministério das Relações Exteriores, Hossam Zaki, o Egito se preocupa apenas com relatórios divulgados pela Organização das Nações Unidas, que revê as implementações da lei internacional dos direitos humanos em todo o país.
“Assim, o Egito confirma a sua rejeição, de que qualquer país pode se tornar um tutor no desempenho de Estados independentes e soberanos”, disse Zaki. Continue lendo
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O Brasil deverá participar da Convenção de Mudanças Climáticas (COP 16), entre os dias 29 de novembro a 10 de dezembro, em Cancun, no México, numa confortável posição de liderança, com o compromisso de cobrar um engajamento maior dos demais países participantes, principalmente os desenvolvidos, com a redução das emissões de gases de efeito estufa.

Essa é a opinião dos três especialistas do governo que participaram, nesta quinta-feira (25), de audiência pública promovida pela Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA). O debate discutiu os novos compromissos que serão assumidos pelo governo brasileiro durante a COP 16 e o alcance das metas assumidas na conferência realizada no ano passado, em Copenhague.
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terça-feira, 16 de novembro de 2010

O Mundo Evangélico - Nº 239

O Mundo Evangélico
Noticiário Cristão Internacional
Ano IV – N° 239– 16/11/10
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Fé e muito trabalho
Voluntariado evangélico cresce e crentes empreendedores se tornam elemento fundamental do chamado Terceiro Setor.

Por Valter Gonçalves Jr

Não dá para olhar a Igreja Evangélica brasileira e ignorar a ação de um enorme contingente de pessoas que dedica tempo, dinheiro e muito trabalho para mudar a realidade de comunidades inteiras. Em vez de esperar pelo céu, eles colocam o pé na estrada para mostrar que o Reino de Deus já começou. Os exemplos de evangélicos fazendo trabalho voluntário são muitos, e não apenas no âmbito das igrejas – eles atuam em ações de saúde, segurança pública, moradia, educação. Os voluntários estão em todos os setores, fazendo até o que seria papel dos governos. CRISTIANISMO HOJE colheu histórias de cristãos com diferentes perspectivas sobre o trabalho social, que têm em comum a resposta ao chamado do Evangelho. “Os personagens bíblicos tinham profissão”, lembra o dentista Tércio Obara, de 39 anos. “Nós também temos; todo mundo sabe fazer alguma coisa. E devemos usar isso para viver o amor prático que Jesus ensinou”, completa. Continue lendo
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É preciso enxergar Cristo no meu irmão!
Atualmente muitos postulam que os relacionamentos são a base mais fraca da igreja. O problema com essa forma de pensar é que os relacionamentos sempre foram uma via de mão dupla na história da humanidade. O que vivenciamos hoje não é recente. Como disse o Eclesiastes: "não há nada novo debaixo do sol" (Ec. 1:9b).

João nos diz que "aos que o receberam (a Jesus), aos que creram em seu nome, deu-lhes(Jesus) o direito de se tornarem filhos de Deus" (Jo 1:12). Quando se recebe a Jesus, recebe-se uma filiação nova, e, consequentemente, um número considerável de novos irmãos. É nesse ponto que precisamos ser sábios, pois, é mais fácil encontrar irmãos brigando por coisas efêmeras do que amigos.
Continue lendo
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Vendo além
Tais Machado fala sobre a importância de enxergar as coisas com um olhar acertado

"Os olhos são a candeia do corpo.
Quando os seus olhos forem bons,
igualmente todo o seu corpo estará cheio de luz.
Mas quando forem maus, igualmente o seu corpo estará cheio de trevas."

Lucas 11.34

Quem não quer olhos bons para toda a vida? Quem não deseja ser iluminado?

Em nossos dias, estar "cheio de luz" é algo valorizado, seja lá o que isso signifique para cada um. Mas trata-se de uma expressão que impressiona e é muito falada, buscada, apreciada. Interessante que Jesus já falava sobre isso. Ele bem sabia tratar do essencial, e o olhar é essencial para a vida.

Como se vê o que se vê? E o que realmente se vê? Com que olhos se vê? Continue lendo
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A arte de não pedir desculpas
Israel Belo fala sobre como pedir desculpas corretamente e confronta o ato com o verdadeiro perdão

Por: Israel Belo de Azevedo
Em um programa televisivo de entrevistas, o presidente norte-americano Barack Obama referiu-se ao seu desempenho em determinado esporte como sendo um resultado digno de atletas especiais. Ao final do programa, percebendo que fora ofensivo, telefonou para um dirigente de esportes para pessoas portadores de deficiências e pediu desculpas. O dirigente achou apropriado o pedido e o aceitou.

Como "palavra de rei não volta atrás", o gesto de Obama foi considerado muito especial, por sua raridade. Não é mesmo comum que uma pessoa em sua posição peça desculpas. Não sei também se, de fato, no íntimo, o presidente ficou constrangido, ou se quis apenas evitar o constrangimento da censura do "politicamente correto". Talvez ele volte a dizer o mesmo numa mesa de restaurante entre amigos.

Desculpar é tirar a culpa de alguém. Desculpar-se é pedir a alguém que lhe tire a culpa. Há muitas maneiras de pedir desculpas, a mais difícil é: "Desculpe o meu erro. Espero não fazer isso de novo". Acho fraco o verbo desculpar; prefiro o perdão: "Perdoe-me pelo mal que meu erro lhe causou". É frase para poucos, só mesmo para os bem-aventurados. Os demais tendem a esboçar palavras de desculpas, que, muitas vezes, pioram as coisas. Continue lendo
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Para aprender ao pé da cruz
Acessível, completo e essencial, o comentário bíblico popular de William MacDonald é uma ferramenta importante para todos interessados no estudo bíblico

Por: Susana Klassen
Certa vez, alguém disse que o conhecimento transforma. Para exercer sua influência transformadora, porém, esse conhecimento precisa ser transmitido e aplicado. E é justamente este o objetivo de todo comentário bíblico que se preze: transmitir e aplicar conhecimento acerca de Deus e sua Palavra.

Apesar de compartilharem do mesmo alvo, nem todos os comentários são iguais. Alguns são profundos e um tanto austeros. Palavras longas em alemão e incontáveis citações em grego e hebraico podem ser adequadas para os meios acadêmicos, mas assustam o leitor que não ambiciona uma cátedra universitária. Há também os comentários leves, devocionais e até bem-humorados. Apesar de não exigirem grande bagagem doutrinária e ajudarem iniciantes a adquirir gosto pelo estudo das Escrituras, podem frustrar os estudantes mais inquisitivos. Continue lendo
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"Quem se ajoelha Diante de Deus,
não se curva diante das dificuldades”